Essa história se passa num vôo da Webjet. Eu e minha filha já estávamos acomodadas no avião, quando entra uma senhora com dificuldades para se movimentar, devido a estar com o úmero quebrado. Tentamos ajudá-la para que pudéssemos nos acomodar em nossos assentos, mas o espaço entre os assentos dificultou ainda mais nossa tentativa e não tivemos sucesso. Nossos assentos eram o n° 2 e 3. Portanto, a essas alturas, estávamos atrapalhando a entrada de todos os demais passageiros. A senhora, constrangida, e nós também, nos afastamos dando passagem a todos os demais passageiros e solicitamos à comissária de bordo que tomasse alguma providência. Após todos os passageiros entrarem, é que entre 3 pessoas conseguimos levantar a senhora e nos acomodar em nossos lugares.
Um pouco antes de fechar a porta do avião, chegou um rapaz que havia sido designado para auxiliar esta senhora, que lhe disse “desculpe não tê-la acompanhado, mas tive que atender a outra pessoa”, ao que esta senhora respondeu “Estás me devendo esta. Espero que no desembarque haja alguém para me acompanhar, pois sabendo da minha dificuldade momentânea, informei à cia. aérea antes do embarque, que necessitava de ajuda”.
Neste mesmo vôo, na hora em que os passageiros recebem um “lanchinho” (refrigerante, água e uma barrinha de cereal), percebemos que o avião não havia sido limpo, pois encontramos nos bolsões dos bancos embalagens vazias das barrinhas de cereais. Situação “nojenta” e anti-higiênica.
Mas por incrível que possa parecer, ainda teve espaço para mais uma situação. Esta mesma senhora é diabética e, portanto, não pode consumir barrinhas de cereal que não sejam diet. Quando ela informou este fato à comissária e pediu algo que não tivesse açúcar, recebeu a seguinte resposta: “não temos nenhuma outra opção senhora”. A senhora indignada lhe respondeu: "Estou com fome, acho que terei que ir até POA bebendo refrigerante diet para encher o estômago".
Mônica Carriconde - Porto Alegre/RS
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